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Genérico, similar e referência: como precificar cada um

Atualizado em 31/07/2026 · 6 min de leitura

Tratar genérico, similar e referência com a mesma régua de preço é um erro clássico. Cada tipo tem um comportamento de compra diferente — e, por isso, uma estratégia de preço diferente. Entender isso é meio caminho para margem e competitividade juntas.

Qual é a diferença

Um detalhe que vira oportunidade: por lei, a farmácia pode oferecer o genérico correspondente quando o cliente chega com a referência (intercambialidade, a critério do profissional). Isso muda o mix vendido e, com ele, a sua margem.

Como cada tipo se comporta no preço

Referência: menos guerra de preço, mais margem. Genérico: muita comparação, margem apertada, alto volume. Similar: meio-termo.

O cliente que quer economizar compara genéricos — é neles que um preço fora da praça custa venda. Quem pede a referência pelo nome é menos sensível a preço. O similar vive no meio.

A estratégia para cada um

Essas são as mesmas 3 estratégias de preço aplicadas por tipo de produto — e todas dentro do teto legal (PMC).

Não esqueça da margem real

Genérico barato não é sinônimo de pouca margem — e referência cara não garante rentabilidade. O que decide é a margem real, com ICMS e regime tributário. Precifique cada tipo olhando a margem de verdade, não só o preço de tabela.

Como a StatusPharma ajuda

A StatusPharma classifica o seu mix e monitora a praça por EAN, para você ver, por tipo de produto, onde está competitivo e onde tem margem sobrando — e recebe a sugestão de preço certa para genérico, similar e referência, sempre dentro do teto legal.

O preço certo para cada tipo de produto

Genérico agressivo, referência com margem — tudo dentro do PMC.

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